terça-feira, 29 de julho de 2014

NOTA ZERO PARA O COMANDO DA GUARDA MUNICIPAL DE LONDRINA

Aproveitando a prisão do guarda, que estava ilegalmente armado, a perguntinha que não pode ser esquecida... E o curso de tiro? parece brincadeira, brincadeira com o dinheiro do povo. Pois se a atual gestão demorar mais um pouco, o último teste psicológico feito com os agentes para o treinamento vai perder a validade e outro terá que ser realizado, pelas minhas contas pela terceira vez.. Esse curso custa dinheiro somos nós é que pagamos... A paciência acabou faz tempo. Estão fazendo o que nesta Guarda Municipal que até agora não conseguiram realizar este curso de tiro????? Estão fazendo o que com o dinheiro que já estaria garantido para instalar aquelas câmeras... aquelas que poucos sabem que existem e que estão escondidas, quer dizer, guardadas em caixas na central de operações? Qual a desculpa para ainda não terem instalado uma central de rádio. Os guardas emprestam a canaleta da CMTU e só durante a noite. Muita conversa e pouca atitude nesta Guarda Municipal de Londrina. Nem pra reunir o efetivo para embargar uma feira prestam. O concurso extrapolou todas as datas previstas. A guarda é sub-utilizada como vigia. Motos novas não são utilizadas por falta de efetivo. Viaturas que rodam o mínimo necessários para não serem devolvidas ao Governo Federal. Uma patifaria. E o plano de metas prefeito Kireeff? Só no papel? Na guarda parece que sim.

3 comentários:

Anderson disse...

Concordo, enquanto as Guardas Municipais ganham o reconhecimento no Senado/Câmara do poder de polícia, em Londrina a GM parece andar na contramão, vamos contra a CF/88 que diz que cidades com mais de 500 mil habitantes a Guarda deve ser armada, vemos empecilhos políticos e problemas fáceis de serem resolvidos, ganharem proporções inimagináveis, brincamos de fazer segurança pública, e acredito ser muita sorte nenhum guarda ter morrido nas mãos de bandidos, alias, talvez seja isso que falte, morrer um servidor para que se tome uma atitude, porque infelizmente no Brasil é assim, tomam-se as providencias depois que ocorre a desgraça.

Anderson disse...

Concordo, enquanto as Guardas Municipais ganham o reconhecimento no Senado/Câmara do poder de polícia, em Londrina a GM parece andar na contramão, vamos contra a CF/88 que diz que cidades com mais de 500 mil habitantes a Guarda deve ser armada, vemos empecilhos políticos e problemas fáceis de serem resolvidos, ganharem proporções inimagináveis, brincamos de fazer segurança pública, e acredito ser muita sorte nenhum guarda ter morrido nas mãos de bandidos, alias, talvez seja isso que falte, morrer um servidor para que se tome uma atitude, porque infelizmente no Brasil é assim, tomam-se as providencias depois que ocorre a desgraça.

Josias Albuquerque disse...

A violência é, hoje, o maior problema das grandes cidades brasileiras. Mais do que fazer esta constatação, é preciso partir para a ação. E um bom começo é traçar uma parceria entre sociedade, Prefeituras Municipais e o Governo do Estado. O Município e a sociedade têm que ter voz ativa nesta questão e assumir, ao lado do Estado, a responsabilidade pela gestão dos problemas da Segurança Pública, ajudando a traçar as linhas-mestras de combate à violência.
É certo, não desconhecemos, que a Constituição Federal diz que Segurança Publica é dever do Estado. Porém, não menos certo é que esta mesma Carta Constitucional diz que este tema, além de ser um dever do Estado, é responsabilidade de todos. Nesta trilha, claro está que Segurança Pública é, sim, um assunto do Município e da sociedade. Os prefeitos e a sociedade civil precisam se convencer disso, caso contrário, não chegaremos a uma solução para o grave problema da violência. É chegada a hora de apresentarmos alternativas concretas.
São inúmeras as medidas, no tocante ao poder público municipal, que surtiriam reflexos diretos no combate à criminalidade e poderíamos aqui citar alguns exemplos, como a utilização de praças, parques e escolas para desenvolvimento de projetos educacionais, esportivos, culturais, ambientais e de lazer; a adoção de medidas de caráter preventivo, como o monitoramento, por câmeras de vídeo, de áreas de grande ocorrência de crimes; o mapeamento das praças não iluminadas e dos logradouros públicos (prédios ou terrenos) que servem de abrigo para marginais, dentre outras.
O primeiro passo nesta direção seria a conscientização dos Prefeitos quanto à necessidade dos municípios cuidarem, também, da segurança pública. Nessa linha, entendo que a criação de Secretarias Municipais de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública, particularmente nas cidades de médio e grande porte, é indispensável para que possamos traçar ações planejadas. O termo cooperação, aliás, é importante para que não pairem dúvidas de que o papel desta Pasta é o de auxiliar o Estado na busca de soluções para o grave problema da violência. Para tanto, a mesma lei que criar a Guarda Municipal, já deve prever a autorização para que esses agentes públicos utilizem armas naqueles serviços cuja natureza está a exigir esta providência (Ex: Escolas, Praças e Prédios Públicos situados em bairros com altos índices de tráfico de drogas). É óbvio que a Guarda Municipal (ou Guarda Metropolitana) deve procurar, quando o assunto não for de sua estrita atribuição, trabalhar e desenvolver ações em conjunto com as Polícias Civil e Militar, afinal, quando o assunto é combate à violência, todas essas corporações devem integrar o mesmo time. Assim, a realização de reuniões periódicas entre os comandantes das Polícias Civil e Militar e da Guarda Municipal, a fim de que, juntas, tracem uma única Política de Segurança Pública para o Município, é condição primeira para o êxito dessa empreitada. Finalizando queria compreender o porque só Londrina fica a proll deste debate desde a sua criação !